sábado, 24 de janeiro de 2009

Download - Senador dos EUA pede à Microsoft que demita primeiro os estrangeiros

Um senador norte-americano pediu à Microsoft --que na quinta-feira anunciou corte de 5.000 empregos para enfrentar a crise econômica-- para demitir primeiro os trabalhadores temporários estrangeiros.
Brian Snyder/Reuters
Senador Charles Grassley (foto) enviou uma carta ao executivo-chefe da Microsoft
Senador Charles Grassley (foto) enviou uma carta ao executivo-chefe da Microsoft

"Me preocupa que a Microsoft mantenha em seus postos trabalhadores estrangeiros, ao invés de dar prioridade a funcionários norte-americanos com qualificação semelhante, no momento em que implementar seu plano de demissões", afirmou o senador republicano Charles Grassley, em carta enviada nesta sexta-feira ao executivo-chefe da Microsoft, Steve Ballmer.

A Microsoft contratou centenas de estrangeiros, graças a um programa especial de vistos que permite a empresas norte-americanas e universidades empregá-los temporariamente.

A companhia diz que as demissões serão feitas nos próximos 18 meses --1.400 vagas serão cortadas imediatamente. Os cortes representam 5% dos cerca de 94 mil funcionários da empresa --a operação no Brasil, que emprega 570 pessoas, não será afetada.

1 comentários:

Anônimo disse...

De certa forma eu encaro isso como preconceito cara, ta certo que eles tao passando por uma situação complicada. Mas acredito que se voce for ver bem, grande parte do desenvolvimento dos EUA hj em dia deve-se a grande massa de estrangeiros que acabam migrando pra la na tentativa de uma vida melhor. Logico que em contra partida tem os problemas com isso, pessoas sem vistos e tudo mais. É um assunto complicado, o americano logico deve ser levado em consideraçao mas se o estrangeiro tem um conhecimento maior e um desempenho acima em relação ao americano, o melhor é demitir o americano, sou daqueles que acha que tem que fazer por merecer. Se nao a qualidade cai, gerando mais problemas para a empresa.

Sem conta, que os EUA "exporta" mao de obra de outros paises, como India, Brasil entre outros pelo baixo custo de mao de obra e auto indice de desempenho. A IBM do Brasil mesmo presta serviço para empresas americanas, entao acho que deveriam pensar mais em "ferrar" os estrangeiros nessa jogada. Em tempos dificeis se pensa em custo beneficio, mais vale um estrangeiro que execute o serviço de uma maneira eficiente e rápida do que um americano lerdo sem rendimento no final do dia. Logico, nao falando que os americanos sao isso, msm pq tem muito estrangeiro braço curto tb. Mas tem que ser feita uma analise cuidadosa nesse caso para nao prejudicar as pessoas erradas.

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